Crime chocante no Rio: gari é presa acusada de matar o namorado com vitamina de banana envenenada!
Crime chocante no Rio: gari é presa acusada de matar o namorado com vitamina de banana envenenada!
Um caso que parece saído de um roteiro de terror abalou o Rio de Janeiro. Iris Maria Soares da Silva, funcionária da Comlurb, foi presa acusada de assassinar o namorado, Rogério Maurício Moreira da Gama, de forma fria, premeditada e covarde, segundo a Justiça. A arma do crime? Uma vitamina de banana misturada com “chumbinho”, o veneno letal proibido pela Anvisa.
O crime aconteceu no dia 15 de fevereiro, mas só agora o Brasil conhece os detalhes dessa trama digna de novela policial. De acordo com as investigações da Delegacia de Homicídios da Capital, Iris teria pesquisado na internet como usar o veneno um dia antes do crime. Na manhã seguinte, preparou a “bebida fatal” e fez questão de garantir que Rogério a tomasse no café da manhã — insistindo várias vezes para que ele agitasse o copo e bebesse tudo.
Minutos depois, Rogério começou a passar mal e foi levado às pressas para a UPA de Irajá. Um dia depois, veio a trágica confirmação: ele não resistiu. O laudo do Instituto Médico Legal revelou a presença de terbufós-sulfóxido, uma substância extremamente tóxica, usada como inseticida — e proibida pela Anvisa.
A juíza da 4ª Vara Criminal foi direta ao decretar a prisão preventiva: a gari teria agido com premeditação e crueldade, envenenando o companheiro de forma sorrateira. A magistrada também alertou para o risco de Iris interferir nas investigações, já que as testemunhas são colegas de trabalho e parentes da vítima.
O Ministério Público denunciou a acusada por homicídio qualificado, apontando motivo fútil e meio cruel, com recurso que dificultou a defesa da vítima. A Comlurb, em nota, informou que aguardará a conclusão das investigações para tomar as medidas cabíveis.
O caso provoca indignação e incredulidade. Uma relação marcada por brigas e desconfianças terminou em tragédia — e transformou um simples copo de vitamina em instrumento de morte.
“Vitamina de banana com gosto de vingança”: assim termina a história que expõe, mais uma vez, os limites sombrios da mente humana.

